“Não. Acho que não tenho mais jeito.”
Por um longo momento, só a chuva falou. Então, Madame Bisi arrancou a caneta da mão dela, assinou a página furiosamente e entregou a certidão de casamento.
Amara assinou.
Menos de vinte minutos depois, ela saiu pela porta dos fundos da mansão e se viu no beco úmido atrás da propriedade. O mundo mudou instantaneamente. O cheiro de perfume desapareceu, substituído pelo cheiro de concreto úmido, óleo de motor e lixo transbordando. Sob uma lona azul rasgada, ao lado de uma barraca de espetinhos de carne fechada, estava sentado o homem que todos chamavam de o Louco Silencioso da Rua Admiralty.
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