Existem pessoas que entram em nossas vidas quase por acaso e acabam nos transformando por dentro. Elena tinha 19 anos, dois bebês nos braços e um olhar que transmitia tanto um cansaço imenso quanto um calor difícil de descrever. Durante meses, algo em sua rotina noturna me intrigava, me fazia questionar e, às vezes, me preocupava. Até o dia em que a verdade iluminou tudo de uma vez.
Uma jovem mãe, oscilando entre a força e o mistério.
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Quando a conheci, Elena morava sozinha com seus gêmeos, Luca e Mira, que tinham um ano na época. Sem fotos nas paredes, sem visitas, sem telefonemas. Apenas ela, seus dois filhos e um silêncio peculiar que preenchia o apartamento.
