"Querida, estou com saudades": Fingi ser meu marido e a convidei para vir aqui. Quando ela chegou, ficou pálida…

Meu nome é Carolina. Tenho 32 anos e trabalho como designer gráfica. Até recentemente, eu teria jurado que minha vida estava "em ordem": um casamento estável, uma casa no subúrbio e uma melhor amiga que era praticamente uma irmã.

Tudo desmoronou numa terça-feira qualquer, daquelas que não prometem nada. Saí do trabalho mais cedo porque o escritório estava fechado devido a um cano estourado. Cheguei em casa com aquela felicidade simples de quem pensa: hoje à noite vamos jantar juntos, assistir a alguma coisa, relaxar.

Ao entrar, ouvi ruídos na cozinha.

Martin estava cozinhando.

Não era típico de um dia de semana, mas interpretei como um gesto gentil. O ar estava impregnado com o cheiro de alho e cebola, e ele vestia a camisa azul que eu lhe havia dado. Fui até ele para abraçá-lo por trás… e ele se moveu bem antes que eu pudesse tocá-lo.

“Preciso me concentrar”, disse ele, sem olhar para mim.

Eu não entendia porquê, mas havia algo estranho no ar. Como quando o céu está limpo, mas o ar anuncia que uma tempestade está chegando.

Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.