Sarah havia partido há quatorze meses. O câncer de mama a levou aos quarenta e três anos. Estávamos casados há vinte anos: uma vida boa e simples, centrada em nossos filhos e em seu trabalho como enfermeira pediátrica.
Ela era o milagre mais comum que eu já conheci: o tipo de mulher que via o lado bom em tudo.
Mas não havia nada nela que a ligasse a um motociclista vestido de couro, com braços tatuados e olhar penetrante.
E, no entanto, lá estava ela. Todos os sábados. Chorando como se tivesse perdido o amor da sua vida.
O confronto
Passaram-se três meses até que eu tivesse coragem de abordá-lo.
Aquele dia estava claro e sem vento. Ela estava em seu lugar de sempre quando me aproximei, com o peito apertado de raiva e confusão.
"Com licença", eu disse, com a voz mais áspera do que pretendia. "Sou o marido de Sarah. Quem é você?"
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
