Ele só se lembrava de ter acordado em sua caminhonete, em uma estrada de terra, com lama nos sapatos e sangue seco na manga.
"De quem é o sangue?", sussurrou Diane.
Frank baixou o olhar.
“Não era meu.”
Hannah ficou gelada.
“Você o matou?”
Frank ergueu a cabeça, devastado.
"Não sei."
Diane soltou um soluço entrecortado.
Owen se aproximou de Hannah.
Nesse exato momento, o telefone fixo tocou.
Os quatro se viraram naquela direção.
Ninguém mais usava aquele telefone.
Chamou de novo.
Frank levantou-se lentamente.
“Não atenda”, ordenou Hannah.
Mas ele a pegou.
Sua expressão mudou em segundos.
A voz do outro lado da linha era masculina, calma e antiga.
Frank mal conseguiu falar.
“Como você sabia que ela estava aqui?”
Então ele escutou.
E desligou.
"O que eles disseram?", perguntou Hannah.
Frank olhou para Owen.
“Disseram que Caleb deveria ter permanecido enterrado.”
Diane gritou.
Hannah pegou a mochila de Owen.
“Estamos indo embora.”
“Onde?” perguntou Frank.
“Para alguém que não deve nenhum favor a Hayes.”
Eles partiram sob uma chuva fina.
Hannah dirigiu até Syracuse, onde morava sua amiga da faculdade, Rebecca Lane, uma jornalista independente.
Rebecca já conhecia parte da história.
Na verdade, foi ela quem alertou Hannah para não entregar o pen drive a qualquer policial.
“Neste país, querida, existem policiais bons e existem policiais que pertencem a alguém”, ela lhe disse.
Quando chegaram, Rebecca abriu a porta com o laptop já ligado.
“Copiei seus arquivos”, disse ela. “Mas tem uma pasta que não consegui abrir.”
Frank olhou para a tela.
A pasta estava etiquetada com: LIGHTOFPORT.
Seu rosto empalideceu.
“Esse nome…”
Rebecca olhou para ele.
“Isso significa alguma coisa para você?”
CONTINUE LENDO...>>
Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.
