“Sim”, eu disse. “Para nós dois.”
Mantive a casa geminada e a aluguei para uma jovem professora que pagou em dia e me enviou um bilhete de agradecimento depois de se mudar.
Aquele bilhete foi o único presente de Natal daquela época que guardei.
Não porque custasse muito.
Porque demonstrou respeito.
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