Hoje, a bolsa de Margaret ainda está no meu armário.
Não porque seja caro.
Porque a carta dela permanece dobrada dentro do bolso escondido.
E na última sexta-feira, Robert chegou em casa carregando uma única rosa amarela embrulhada em plástico transparente.
A etiqueta com o preço ainda estava colada.
"Eu sei que vai morrer", disse ele com um sorriso tímido.
Eu ri até meus olhos se encherem de lágrimas.
Então, coloquei-o num vaso, sabendo que alguns presentes são valiosos não porque duram para sempre, mas porque alguém finalmente escolheu dá-los.
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